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Tag Archives: how we live our lives

A friend asked me that, ¿What is the meaning of life? It would be relapse of me not to quote the wisest of men:

to defeat his enemies, to drive them before him, to take from them all they possess, to see those they love in tears, to ride their horses, and to hold their wives and daughters in his arms – Genghis Khan

That was a joke. This sad tyranny of political correctness we live in forces me to preemptive disclaimers.

There are a thousand clever things to say when asked the meaning of life, but those answers are more replies than explanations. In cases like that, i tend to assume the question is defective, that it does not in fact dig into what it means to dig. Read More »

Um amigo me perguntou isso aí em cima. Eu seria relapso se não apresentasse a resposta do mais sábio dos sábios:

Dizimar seus inimigos e estuprar suas esposas. — Genghis Khan

Isso é uma piada. Vivemos num mundo tão tosco que eu sou obrigado a colocar uma retratação depois.

O lance é que há um milhão de coisas “espertas” pra se dizer depois dessa pergunta, mas, no fundo, nenhuma dessas coisas responde. Nesses casos, eu tendo a pressupor que a pergunta está mal formulada — ou, inversamente negando, que a pergunta tem baixo poder de penetração.

Isso também foi uma piada. Read More »

No último ano uma conversa se repetiu muitas vezes, mais ou menos assim:

Amiga: Daí eu me senti muito usada.
Eu: Bom, homens também se sentem usados às vezes.
Amiga: Quê?
Eu: Bom, se uma mulher for eskrota com um cara, o cara vai sofrer, como qualquer pessoa normal.
Amiga: Não entendo.

E aí a coisa degringola porque a mina não consegue compreender que um homem possa se sentir usado. Essa idéia simplesmente não entra na cabeça delas. Se eu insisto no assunto começa a parecer que não estamos falando a mesma língua.

Então vou tentar explicar por escrito…

Cada palavra a mais constrói um pouco meu eu, personagem inesperado do propósito – sem certeza, mas: não incerto. De vagar e de vagas, de sonhar e de somas, de errar e de ermos. Hei de caminhar e hei de fazer caminho, de provar o próprio sendo o pisar, o aqui onde coloco meu pé, a alegria do alegrar-se. Minha palavra é ponte tua. Meus saltos tentam deixas. Tentam e falham. Mas também tentam e alargam. Satyagraha. Risco. Sacrifício e desconstrução. Golpe de dádiva, também. Não só. Ou: Só mas de peito aberto, só mas dando mãos. Pois tanto o fim quanto o começo estão abertos, e no agora, olhando para frente, olhando na seta do tempo que existe e sim deveria existir e sua existência independe de deveres, é neste exato agora que forjo a perfeição.

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