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The first thing you hear when you set foot in Kobra City is the sybil. She does not like you, and you pay the bill just to show who’s in charge, but when you leave she deigns to tell you that you don’t really mean that much. “Who cares?” being the only possible answer. There are of course countless offers of bliss, and they’ll all not turn out to your appointments, or if they show up they’ll be all about their own business and give two fscks about you. And then there are the dealers, who chat and chat but somehow it all comes back to what matters, to the bottom line. They’re pros. They’re business. Sneak and clean and straight, and it is a pleasure to deal with someone who knows their xit. All done, pack up, and gone.

Um cérebro de macaco interpreta o mundo como macaquice. Isso significa que esse cérebro é primariamente uma peça de um quebra-cabeças que é um bando de macacos, e esse cérebro serve para descobrir quem é o chefão, quem é o otário, quem é inimigo, quem administra a comida, e assim por diante. Basicamente, uma série de «Quems». Dentro da cabeça, é um monte de macacos. Primatas são animais sociais e pra esse tipo de animal nada é mais importante que a hierarquia social. O mesmo cérebro também se encarrega de orientação espacial, dos modelos de causa-e-efeito, da crítica literária e assim por diante, mas isso tudo é secundário.

Essas outras coisas secundárias podem ser impressionantes, o que levanta a questão: “¿Como?”

A ciência, a arte, a pornografia, o K-Pop, a matemática, a culinária, as religiões, os engarrafamentos, o póstransmetamodernismo, a Burocracia, o SilkRoad7 — tudo isso (e muito mais) saiu de um cérebro de humano. Mas se o ser humano é um macaco e cérebros de macaco lidam primariamente com macaquices, se o cérebro de macaco é uma ferramenta especializada na política dos bandos de macacos, como é que todas essas outras coisas vêm à tona? Read More »

Cada palavra a mais constrói um pouco meu eu, personagem inesperado do propósito – sem certeza, mas: não incerto. De vagar e de vagas, de sonhar e de somas, de errar e de ermos. Hei de caminhar e hei de fazer caminho, de provar o próprio sendo o pisar, o aqui onde coloco meu pé, a alegria do alegrar-se. Minha palavra é ponte tua. Meus saltos tentam deixas. Tentam e falham. Mas também tentam e alargam. Satyagraha. Risco. Sacrifício e desconstrução. Golpe de dádiva, também. Não só. Ou: Só mas de peito aberto, só mas dando mãos. Pois tanto o fim quanto o começo estão abertos, e no agora, olhando para frente, olhando na seta do tempo que existe e sim deveria existir e sua existência independe de deveres, é neste exato agora que forjo a perfeição.

A penúltima vez que eu me apaixonei por alguém… Bom, o que quer dizer isso? Se apaixonar? Amor é um termo tão cheio de possíveis desentendimentos. Vamos recomeçar, assim: A penúltima vez que alguém me deixou sem ar eu fui lá e falei. E descobri que ainda ficava sem ar, que mesmo não rolando nada aquele sentimento ainda me permitia ver a vida com olhos mais vivos. Read More »

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