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Cada palavra a mais constrói um pouco meu eu, personagem inesperado do propósito – sem certeza, mas: não incerto. De vagar e de vagas, de sonhar e de somas, de errar e de ermos. Hei de caminhar e hei de fazer caminho, de provar o próprio sendo o pisar, o aqui onde coloco meu pé, a alegria do alegrar-se. Minha palavra é ponte tua. Meus saltos tentam deixas. Tentam e falham. Mas também tentam e alargam. Satyagraha. Risco. Sacrifício e desconstrução. Golpe de dádiva, também. Não só. Ou: Só mas de peito aberto, só mas dando mãos. Pois tanto o fim quanto o começo estão abertos, e no agora, olhando para frente, olhando na seta do tempo que existe e sim deveria existir e sua existência independe de deveres, é neste exato agora que forjo a perfeição.

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