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A few weeks ago someone posted on hacker news an (oldish) long rant by a certain Steven Dutch against the weasel wording of post-modern philosophy of science.

For a physicist, being called solipsist is tantamount to being accused of inventing his experimental results, pretty much the worst thing one could do. For anyone in the humanities, people being their object of study, and people having a strong tendency to behave in solipsist ways, disregarding solipsism out of hand is inventing experimental results. Read More »

Semana passada aconteceu de eu assistir dois espetáculos de dança que, infelizmente, muito pouca gente vai ver (Santas Quebradas, da Tribo Cia de Dança, e Distância entre II, da Quasar Cia de Dança). Dois espetáculos extremamente diferentes, de duas companhias extremamente diferentes, mas eu encontrei um movimento praticamente igual nos dois.

Um casal. Um deles está no chão. O outro leva o pé até a sua cara, e empurra.

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Não tem muito que se possa discutir com um chute na cara. Pesado. Um mundo de emoções e significados habitam esse movimento.

No entanto, me chamou atenção que, de alguma maneira, esse mesmo movimento é extremamente diferente nas duas peças, ele significa uma coisa diferente, embora fisicamente seja igual. Só que essa diferença é muito difícil de explicar. Basicamente, tem a ver com a literalidade. Read More »

One thing that is not pointed out enough when discussing Political Correctness is that it allows otherwise worthless people to feel worthy through pretending to care about some moral issue.

Criticising is then not an attempt to address some issue, it is an end in itself. It is not that those people care about a given problem, it is only that they need to be outraged about something to feel they make any difference — because they actually do not.

That is the shape of vegetarianism becoming vegan — a diet becomes a moral crusade. That is the shape of feminism becoming feminazi. That is the shape of Political Correctness strangling all the mind out of society.

The tactic of posing as victim to get advantages is certainly part of it, a cruel bizarre form of reverse bullying, but i suspect the mechanical reason of the thing is even more selfish — no more than the self-pity of people who are actually correct in despising themselves!

Case in point: Some random developer-evangelist going out of her way to make absurd and clueless complaints about Crockford, someone with an arduino hobby who thinks she is someone because she is bashing the guy who wrote the book literally. She is so idiotic (in the sense of being self-centered to the point of actually ignoring the obvious) she can’t figure out “promiscuous” is a technical term.

Of course, being factually wrong in their complaints is not a problem, it is probably even better, since it removes the boring discussion and talking part and leaves us only the drama. That is why you can’t actually talk to a feminazi: Their words don’t actually mean anything, it is just like a baby crying, it is just a way to demand attention.

Pathetic. And also able to destroy the world.

A coisa mais perigosa para Frank Underwood é que a Caixa D’água dele parece uma bunda. Ele era político no estado do pêssego, e não tinha como não parecer bunda, mas isso não conserta. Ele matou um punhado de gente, mas metade dessas mortes ficam como êxito de guerra. Mesmo o assassinato a sangue frio da puta seria visto, por muita gente, facilmente, como heroísmo. É mais perigoso ser ridículo que terrível.

Kevin Spacey posing in front of the Peachoid

Da mesma forma, a defesa que Cardozo fez de Dilma só ajuda a acusação do impeachment, já que pinta uma imagem terrível do complô ridículo organizado por Cunha.

Nenhum dos votos será decidido pelos fatos, claro. Trata-se de uma decisão tomada fora da arena do julgamento. Sendo advogado, Cardozo talvez seja, fisiologicamente, incapaz de perceber a diferença. A imagem de terrível reforça essa situação. A imagem de ridículo mostra que, ainda agora, é possível re-fazer acordos, e que o jogo do impeachment é muito menos estável do que parece. Read More »